As viúvas exigem que a pensão mínima se adeque com o salário mínimo interprofissional

Madrid (EFE).- A Confederaci não de Federações de Viúvas de Espaço para sempre que foi exigido ao Governo que a pensi não de viuvez, mínima se adeque ao salário mínimo interprofissional (570,6 euros mensais). Esta intençatilde; reuniu cerca de 3.000 viúvas em Madrid, em seu 36º Congresso anual, durante o qual discutiram os problemas especificaçõesíficos que têm de enfrentar, depois de perder seu parceiro, como uma das mais das não dos filhos ou cuidar de netos, a manutenci não ou a vida em solidão.

Depois de duas dças de debate, o Congresso aprobã o  um documento em que moldaram suas reivindicações, entre elas a de conceder uma prestaci não económica do Estado para os huérfanos que não percebem a orfandade e a pensi não de viuvez, tenha a calificaci não de "renda isenta" no IRPF. Este coletivo tem reclamado alás que as viúvas que não tenham pensi não de viuvez, são incluídos no grupo de pensões não contributivas, pelo menos até que melhore o seu situaci não económica, e que as comunidades autão! o que complementam as pensões de viuvez, más baixas até equipararlas com o salário mínimo interprofissional. Manifestaram além dáa sua oposição não a possibilidade de incluir mudanças na Segurança Social e que as viúvas nascidas depois,és de 1967 percam o direito à pensi não que ésta passe a ser uma "prestaci não de subsistência" que receberían -según esta intençatilde; o – que levem duas aço os casados e têm um filho. O Congresso vai participar do campeã o hoje presidente da Comunidade de Madrid, Esperanza Aguirre, quem vai fazer uma estreiaã o que voltará reclamar com o Governo central, que adeque a pensi não de viuvez, com a jubilaci não, para resolver "injustiça", disse ele, sofrem muitas mulheres mais velhas que limitadas, até 40 por cento de sua receita, a morte de seus maridos. Aguirre reclamã o um bom não especial do Governo para com as viúvas, tanto se se trata de mulheres maiores, como a jão de jovens, e no úúltimo caso, a presidente se ofereceuã o para ajudá-los a procurar trabalho com a cortesiaçatilde; o de Emprego e Mulher porque, segúnçã o, trata-se de mulheres que devem enfrentar as cargas familiares solo e embaladosás, devem conciliar a vida familiar e laboral, algo que, indicã o, é quase "impossível" realizar para uma única pessoa. EFE

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